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terça-feira, 21 de novembro de 2017

7º tentativa de se reconstruir em um corpo-flor

por que minha casa me importa tanto?







6° tentativa de se reconstruir em um corpo-flor

6° tentativa de se reconstruir em um corpo-flor
Corpo-flor já não é mais o mesmo, pois eu não sou. Nossa singularidade foi reteritorializada, em um território ainda incerto e em produção. Dois corpos diferentes, experimentando o receio da, já não mais controlável, expansão de seus desejos. É possível habitar alguma identidade sem sentir um mínimo grau de horror?
registros das outras tentativas em:https://www.instagram.com/gartthion/?hl=pt-br








MANUAL DE USO DA GRANDE VITÓRIA |para&por corpos negros-bixas

MANUAL DE USO DA GRANDE VITÓRIA |para&por corpos negros-bixas

Este manual te instrumentaliza em novos usos da Grande Vitória. Para isso, indica reapropriações das peças sensíveis e inanimadas que compõem este equipamento. As ações foram elaboradas de acordo com as demandas apresentadas por usuárias negras-bichas e recomendam resoluções para os seguintes problemas: racismo, cisheteronormatividade, misoginia, e outros de origem fascista. Realize os procedimentos apresentados neste manual de acordo com sua necessidade. Atenção: O equipamento Grande Vitória demanda reparo urgente e constante. 

No lançamento do MANUAL DE USO DA GRANDE VITÓRIA |para&por corpos negros-bixas

No lançamento do nosso "Manual do Usuário da Grande Vitória - para&por corpos negros-bixas".
O manual ta sendo distribuido gratuitamente; nun evento onde um copinho de cerveja nun custa menos de 13reaix. O local publico. A entrada é grátis e a permanência é cara. Isso se chama racismo estrutural. 
Nossa(s) obra(s) é produto de uma residencia patrocinada pela burguesia capixaba, q teve como parcera, também, a criminosa empresa Vale. 
Nosso Coletivo Kuirlombo poderia ter usado a grana e os espaços para fortalecer a negritude subserviente que a branquitude criou e tanto gosta. Mas, felizmente, conseguimos mais uma vez decepcionar o colonizador. 
A arte é uma instituição branca-facista. Assim como a arquitetura e o urbanismo brasileiro. Nao existe dinheiro ou lugar limpo de violencia. Sendo, vamos então reocupa-los com o terror. Redistribuir violências, àqueles que nos agridem. Quem topa entrar pro grupo das terroristas de gêneros racializados?





sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O QUE (NÃO) ESPERAR DO MAR

O QUE (NÃO) ESPERAR DO MAR

-Espere pelo retorno de uma embarcação que não lhe prometeu volta.

-Leia uma notícia sobre naufrago. Sente de frente para o mar. Espere por aquele barco naufragado. 

- Espere que os marinheiros respeitem a capacidade que seu corpo-atracadouro possui de comportar embarcações. 

(experimentação do espaço Museu da Vale (ES) , feita durante a residencia artística Infinitas.)